Olá visitantes! Este é o meu Blog dedicado às minhas viagens psíquicas pelo mundo secreto desta sociedade fútil em que vivemos. Espero que todos gostem das minhas pequenas "histórias", votem nas enquetes do momento e façam suas críticas ou cometários. Obrigado e voltem sempre!!!

sábado, janeiro 07, 2006

Então... diante tantas coisas se passando, resolvi fazer meio que um 'balanço' da minha vida até o momento... não é p/ ninguém ler, só EU daqui a algum tempo, não sei exatamente pra quê.
Bom, vamos lá! 2006 começando. Há extamente 8 dias o ano novo começou e algumas coisas na minha vida foram tomando um rumo. Não digo que é "o" rumo, mas é algum. Ao longo de um tempo, fui conquistando coisas na minha vida que poucos conquistariam, por falta de oportunidade, por falta de esperteza ou por falta de correr atrás. Mas eu consegui algumas coisas. Tudo aquilo que alguém na minha idade e na minha condição de estudante de engenharia gostaria de alcançar, neste momento, eu fui conseguindo. Notas boas na faculdade, nenhuma DP até agora, iniciação científica, aulas de outros idiomas, estágio numa ótima empresa, perspectivas de um carrinho, viagem, enfim... Tudo isso seria um cenário perfeito (ou ao menos quase perfeito) para qualquer um que tivesse trilhado estes objetivos em sua vida. O fato é que eu não o fiz. Não me vejo nesta profissão e mesmo assim, quando "olho" para o futuro me vejo nesta caixa, bem quadrada, de um profissional infeliz, bem-sucedido (pq eu tenho minhas ambições), mas ainda assim infeliz e tentando fazer algo diferente... mas o que mais me desespera é não saber o que é esse "algo diferente". Pode ser qualquer coisa, mas a dúvida é aquilo que me incapacita de tentar. Como posso desistir das coisas que não me fazem feliz sem saber o que poderia me felicitar? Não dá! E enquanto esta questão perdurar, continuarei assim.
Sei que esta coleira atada ao meu pescoço foi posta por mim mesmo, mas desatá-la custa muito e não sei se estou disposto a pagar este preço. Acho que nem tenho como. Como imaginar-me morando num lugar diferente, vivendo uma outra vida, fazendo outras coisas se não posso bancar estes pensamentos?
Acho que tenho que parar de assistir à TV, pois essa vida imaginária, onde tudo é perfeito não existe. Espero que todo mundo tenha que enfrentar, nem que apenas por algumas vezes, seus próprios demônios, angústias e ansiedades, pois assim saberei que não sou uma peça única neste mundo, que julgo injusto mas ainda assim único e suficiente. Apenas isso.

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Ainda lembro da senha!!!
Bom, já que estou aqui, acho que vou tentar escrever alguma coisa...

Os anos se passam, mas tudo permanece igual. Ou quase igual. Tá bom, algumas coisas mudaram, mas nada que possa ser significante o suficiente para ser citado.
Daquele tempo pra cá os sons mudaram, as roupas talvez, as cores, os aromas, os ventos já não são mais os mesmos, mas ainda assim sinto a monotomia da estaticidade da vida. As voltas são sempre 360°, sempre chego ao ponto de onde comecei. Ainda espero os 90° que me levem a um rumo distante, desconhecido, mas ainda assim emocionante o suficiente para tentar trilhar.
Querendo ou não, sei que só depende de uma pessoa para que tudo mude, mas às vezes torna-se difícil encontrar este ser capaz de efetuar esta transição. Crescer não é fácil. E nem deveria ser.
A descoberta de que tudo na vida não é tão perfeito como imaginávamos quando crianças nos faz sempre estarmos acuados, com um pé atrás de tudo o que pode ser novo. Oportunidades são perdidas no intuito besta de ficar na mesmice, já que esta, apesar de entediante, nos oferece algum conforto e segurança. Perdemos aos poucos a coragem de mergulhar fundo, de pular de cabeça nas situações mais absurdas e muitas vezes mais simples que surgem em nossa frente. Agora, pomos os pés aos poucos na poça de água, sentimos a temperatura desta, examinamos a profundidade do risco e daí.......... decidimos não arriscar!
Por quê? Assim é mais fácil. Aceitar que somos incapazes de sofrer riscos é uma atitude difícil, que nem sempre estamos preparados para bancá-la.
Preferimos molhar apenas a ponta do dedão do pé a ter que pôr nossas cabeças à leilão. Porém, às vezes a água fria é exatamente o que precisamos para acordar de um sonho não muito bom.

quarta-feira, janeiro 19, 2005

Voltei! Após longa data sem ter me lembrado deste "espaço" meu aqui, acabei regressando Às minhas "origens internéticas". Sim, pois na verdade, foi através deste Blog que comecei a entender um pouco a respeito da dimensão disso tudo. Não apenas da dimensão da internet, mas a dimensão de que todas essas palavras até hoje por mim escritas têm em minha vida.
Tanta coisa mudou desde então e tanta coisa continua igual. É bom ter algo escrito e registrado, para que depois de um longo tempo possamos fazer uma espécie de auto-análise da vida e de tudo que nesta pode estar implícito.
Já me mudei duas vezes desde o último "verdadeiro" post, e vejo que o tempo está passando sem que eu possa perceber (ou seria: "sem que eu tenha feito algo significativo"?... talvez...).
Sempre dizia que já estava na hora de mudar, de viver coisas novas, de fazer coisas diferentes... Pois é, às vezes acho que esta "hora" já passou, e eu a perdi. Perdi as opotunidades de fazer valer esses minutos de sobrevivência, minutos que já se passaram tantos, que nem dá pra contar. Sei que ainda sou "novo" (como um carro, uma roupa...), mas a infância se foi, a adolescência já passou e agora sobra uma vida de adulto que talvez eu ainda não esteja pronto para enfrentar. E o pior: tudo se passou, sem que eu tenha realmente aproveitado como todo mundo deve fazer.
Não posso reclamar da vida que tenho, acho que já até escrevi isso em algum outro post, mas o vazio de não ter podido me agarrar àqueles momentos ficam para sempre, como espécies de arrependimentos, embora isto seja para quem teve a chance de o fazer.
É sempre assim, uma nova vida se refaz e começa, sem que a anterior tenha sido plenamente preenchida. Espero não deixar de fazer desta vez, embora acho que já estou começando a entrar neste "ciclo vicioso", pois só assim poderei realmente me "arrepender".

quinta-feira, abril 08, 2004

que saco! essa merda de Blogger eh um lixo! nao posso mais colocar acentos nas palavras! sou obrigado a simplesmente ignorar uma das essencias da nossa lingua portuguesa! tambem, grande bosta, pois odeio este lugar! Hoje minhas provas acabaram, foi a comemoracao do aniversario de uma amiga e troca de ovos de pascoa entre o pessoal da FEI.... Nao sei por que sai de lah com uma tristeza que nao sei de onde veio. Acho que percebi que nao tenho o q a maioria de meus amigos tem: felicidade. Estava sentado hah mesa com o pessoal, num dos lugares mais legais p/ se comer em Sao Paulo, o Fiftyes. A companhia era otima, o lugar, muito bom, a comida, nem se fale, mas mesmo assim eu nao estava "ali". Eh horrivel sentir que vc faz parte de um grupo de pessoas que vivem outras vidas, bem diferentes da sua. Talvez nem seja "melhor", pois nao sei o que se passa com eles, mas ainda assim, ao menos eh diferente, e eh isso que eu gostaria que fosse pra mim. Soh queria estar e viver diferente. Cada vez mais percebo que nao faco parte deste espectro do qual estou permeado (por falar em espectro, nao acredito q tirei uma ridicula nota de fisica: 5,5; sendo q eu fiz a malditinha quase toda e pensei que tivesse ido relativamente bem!...).
jah escrevi varias vezes, aqui neste mesmo Blog, a minha "desvontade" com relacao a este mundinho. Odeio viver assim, mas nao consigo pensar numa forma de mudar. Estou e sou nfeliz, infelizmente. As poucas palavras que eu dizia hah minha mae, jah quase inexistem. Nem se fale entao com meu pai. Nao acredito que eles tenham "culpa" dessa minha decepcao, mas ao mesmo tempo, nao tenho como nao transferir a eles uma parcela dessa minha "inquietude". Sei que as coisas que andam acontecendo nao sao para me prejudicar, sei disso, mas acabam se caminhando nesse sentido.
Se oferecessem uma nova vida, em outro lugar, longe daqui, nao pensaria duas vezes: soh se for agora!
Desculpe mae, desculpe pai, desculpem-me meus amigos, nao gostaria que fosse assim.

sábado, março 27, 2004

Faz tempo que n?o escrevo neste meu Blog... J? n?o tenho mais leitores como antes (n?o que antes tivesse muito, mas sempre algu?m vinha "me" visitar aqui). O que importa ? que estou tentando voltar, mas n?o para os outros. Escrevo essas coisas principalmente para mim mesmo. Se algu?m puder achar isso tudo ?til, interessante, ?timo; se n?o, que pena. Estava lendo meus ?ltimos 50 "posts" e percebo como mudei durante todo esse tempo. Ainda continuo acreditando fielmente em tudo que j? escrevi aqui, a principal mudan?a ? que j? n?o tenho mais todo o empenho e, mod?stia ? parte, a facilidade de p?r em palavras o que sinto em dor, alegria ou o que quer que seja. Comecei a hist?ria deste Blog quando n?o tinha nem id?ia do que seria no futuro (ainda n?o tenho, mas sei que j? estou plantando algumas sementes), numa ?poca onde n?o sabia se ia para a esquerda ou para a direita. Acho que fiquei no centro. Algumas decis?es foram tomadas para mim (e n?o "por" mim...) outras eu mesmo fiz. Talvez esses quase 2 anos de engenharia que j? ir?o completar tenham me feito bem, pois por um lado, j? tenho uma no??o do que me espera; ou mal, pois j? n?o consigo escrever como antes.
?, muita coisa mudou, e continua mudando. Para melhor? Para pior? Isso ? muito relativo, s? sei que tudo muda. Todos mudam e se mudam.
? triste perceber que j? n?o tenho a mesma capacidade de antes, em coisas que sempre foram muito importantes para mim. Me perdi nas decis?es alheias, muita coisa se apagou em mim.
Espero poder voltar a ler tudo isso daqui a uns 5, 10 anos. Quero apagar muita coisa de minha vida, mas quero preservar os meus verdadeiros valores, que est?o todos aqui, em milhares de letras e em algumas imagens que significam mais que palavras. Tomara que meu Blog seja eterno e que um dia possa ser ?til n?o apenas para mim mesmo.

quarta-feira, junho 25, 2003

sexta-feira, junho 06, 2003

Estou cansado de tudo isso... Farto, quase morto com essa situação. Não suporto mais uma palavra, pois cada letra é como um cuspe na minha cara. Culpo quem não tem culpa, digo coisas que realmente não acredito que sejam verdades, não são minhas verdades, mas surgem na minha cabeça como pensamentos encravados lá dentro e que sei que tenho que desenterrar.
Os problemas alheios, que são também meus, me desesperam e, pela primeira vez na minha vida, não sei o que fazer, pois não consigo enxergar soluções. Não sei a quem escutar, ninguém tem razão. Nem eu. Mas é sempre assim. Sempre há algo que faça com que não sejamos felizes completamente, é sempre assim mesmo. Tudo bem, talvez, mas não precisaria ser ASSIM....
Quem sabe um dia eu possa escrever algo de bom e deixar de lado esse lado "dark" que arruina tudo que faço, penso ou vivo. Não estou triste, só inconformado. Mais uma vez...